01jan09

 

▪ Arquitetura inovadora!

Uma posição para todas as escalas maiores

Uma posição para todas as escalas menores

Facilidade para trocar de tom

Aprendizado rápido

Aproveita o seu teclado antigo

Ideal para qualquer tipo de música

Maior acessibilidade

Invenção brasileira

uniscala11acordeonpiano

 

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uniscala

▪ Arquitetura inovadora!

Uma posição para todas as escalas maiores

Uma posição para todas as escalas menores

Facilidade para trocar de tom

Aprendizado rápido

Aproveita o seu teclado antigo

Ideal para qualquer tipo de música

Maior acessibilidade

Invenção brasileira


O Uniscala, como já diz o nome, se caracteriza por ter uma escala só, ou seja, uma mesma dedilhação para todas as escalas maiores e também apenas uma para as menores. “O desenho da música é o mesmo para todas as tonalidades, portanto, em vez de estudar em 12, aprende-se em uma só”, explica Antonio Ferreira, psiquiatra aposentado em Porto Alegre, justificando por que afirma que o seu teclado apresenta uma relação de um para doze em facilidade.

Como ele mesmo diz, “um inventor é aquele sujeito que não se conforma com as coisas como estão”. Quando começou estudar piano, tinha muita dificuldade para tocar em tons diferentes. Incomodado, passou a imaginar esquemas diverisificados de teclado para tentar facilitar a sua vida. Meses depois, quando achou que já tinha a solução, comprou um acordeon e adaptou o sistema que se baseia em uma distribuição mais lógica das teclas, nesse caso quadradas, sobrepostas às originais. Bingo! Funcionava. Tanto que teve a patente concedida ao seu invento.

Segundo o criador, sua obra faz bastante sucesso em feiras e exposições, inclusive com as crianças. Uma das principais revistas especializadas em teclados, a americana Keyboard, publicou uma matéria revelando o Uniscala. Isso rendeu telefonemas do mundo todo de pessoas interessadas em comprar a invenção. Ferreira, entretanto, não produz os teclados, pelo menos por enquanto. Apesar de haver uma empresa acenando com a possibilidade de parceria para produzir e comercializar, o autor sabe que é difícil conquistar a confiança das pessoas e fugir do preconceito, afinal, são 400 anos de erudita tradição. “E eu não tenho pretensão nenhuma de competir com o teclado original, apenas é mais fácil de aprender a tocar”, avisa, admitindo que está nos seus planos montar uma escolinha para ensinar o seu sistema. (Fonte: http://www.sinpro-rs.org.br)


O órgão é o mais antigo instrumento de teclas que se conhece. Apareceu no século 3 a.C. com o nome de “hydraulis” e reinou sozinho até o século XIV. Nesse período sofreu muitas adaptações como a adição de botões e alavancas que eram operadas com as mãos. Quase todos teclados até o século XV possuíam sete notas naturais (sem sustenidos ou bemóis).

Com o surgimento do clavicórdio e do cravo, uma tecla Si bemol foi acrescentada para remediar o trítono entre o fá e o si. Mais tarde outros semitons também aperfeiçoaram os 2 instrumentos que dominaram os palcos e as cortes burguesas até o século XVIII quando apareceu o piano. Começava aí um novo capítulo da história da música e dos teclados.

O grande diferencial do piano era a possibilidade de variar o volume (ou dinâmica) da interpretação de acordo com o vigor com que cada tecla era pressionada. O nome completo do piano é “gravicèmbalo con piano e forte” significando “cravo com suave e forte”. Pode ser encurtado para “piano-forte” que significa suave-forte em italiano.

No início do século XX surgiram os pianos eletromecânicos como o Ondes Martenot. Os mais antigos instrumentos de teclas totalmente eletrônicos foram os órgãos eletrônicos que usavam um oscilador e divisores de freqüência junto com uma rede de filtros para produzir formas de ondas.

Os sintetizadores marcaram os anos 60. Um dos primeiros foi o Moog, que utilizava um circuito analógico. Na época, algumas bandas ainda usavam teclados com gravador de fita, inventados na década de 40. O exemplo mais conhecido é o Mellotron que estrelou nos palcos até os anos 70. Estes instrumentos se tornaram obsoletos com a invenção dos samplers e teclados arranjadores atuais com tela de cristal líquido, vozes, ritmos e estilos acusticamente perfeitos.

 

Exemplos de instrumentos com teclas

clavicórdio, clavinet, cravo, espineta, pianos (digital, elétrico, acústico), tangent piano, bowed clavier, acordeon, concertina, gaita, harmônio, escaleta, órgão, carrilhão, celesta, glasschord, chamberlin, sintetizador e sampler.



Observe as linhas diagonais formadas pelo teclado Uniscala.

uniscala1

Todas as teclas no sentido “L” estão a um tom da tecla seguinte.

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Todas as teclas no sentido “R” estão a meio tom da tecla seguinte.

uniscalar

Observe o detalhe do recorte! A figura destacada representa uma oitava.

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Dessa forma, todas as 12 escalas maiores ficam com o mesmo desenho e a mesma dedilhação:

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As menores também:

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E a cromática é sempre do mesmo jeito:

uniscala06


Qualquer instrumento musical com teclas (elétrico, acústico, sopro, etc)…

tradicional.jpg

…pode ser facilmente adaptado para o sistema Uniscala.

uniscala00.jpg

Uma nova moldura, com teclas Uniscala, se sobrepõe as teclas originais, sem remover ou danificar o teclado original.

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O Uniscala adaptado num Teclado Ketron